Uma coisa que me chamou a atenção recentemente foi o crescimento das empresas low-touch nas bolsas de valores.
O modelo low-touch é caracterizado pelo pouco ou nenhum contato necessário para realizar as vendas.
Isso exige plataformas tecnológicas que permitam diminuir os pontos de contato físico entre vendedor e comprador, como as vendas online, por exemplo.
O modelo é uma evolução que já estava em curso, mas foi impulsionada pela COVID-19.
O que muitos empreendedores não sabem é que empresas pequenas também podem entrar no mercado de ações e aproveitar o aumento da demanda para surfar na onda, captando recursos a taxas mais baixas do que as de um empréstimo.
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